Oii, gente!
Peço MIL desculpas aos leitores que comentaram na resenha de Plano de Voo! Eu disse nesse post que divulgaria o sorteio na próxima postagem, mas esqueci completamente D:
Mas não precisa entrar em pânico porque o livro e os marcadores ainda estão aqui guardadinhos!
Vamos ver quem vai sair ganhando o livro dessa vez?
E quem fatura os marcadores? :D
Parabéns, meninas!! Entrarei em contato com as duas para combinarmos o envio dos prêmios.
Obrigada a todos pelos comentários na resenha, espero poder realizar promoções assim com mais frequência!
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Mudando de assunto, hoje irei falar sobre uma das minhas últimas leituras! Trata-se do livro "Quarto", da autora Emma Donoghue, o qual eu mencionei na postagem especial do Dia das Crianças. (estão lembrados?) O livro foi lançado aqui no Brasil pela editora Verus, e eu consegui o meu exemplar em um sorteio do blog Dear Book (obrigada meninas, pela oportunidade maravilhosa)! Antes de lançar no Brasil, eu sempre via o livro em outros sites internacionais, e ele estava sempre em destaque como um bestseller. Sempre tive vontade de lê-lo, então imaginem só a minha felicidade ao saber que finalmente havia chegado ao Brasil!
Como eu já havia dito, é um livro narrado por um garotinho de 5 anos de idade que nunca saiu do Quarto. Para ele, o mundo inteiro se resume àquele comodo pois ele nunca teve a oportunidade de conhecer o "Lá Fora". Sua mãe foi sequestrada quando ainda era uma adolescente e desde então tem sido mantida em cativeiro. Ela até deu a luz a Jack dentro do Quarto.
A história começa no dia em que Jack completa seus 5 anos. Os primeiros capítulos são os mais interessantes pois mostram como os dois levavam a vida em um espaço tão limitado. A rotina era sempre a mesma - afinal, poucas são as opções de lazer em um comodo tão apertado. A mãe do Jack é uma mulher exemplar, pois apesar de todas as dificuldades que ela precisa encarar nas mãos de seu sequestrador, ainda sim consegue mostrar-se forte o bastante para tomar conta do filho e proporcionar-lhe uma vida, no mínimo, decente (levando em conta a situação em questão).
É maravilhoso poder enxergar a situação sob o ponto de vista do Jack pois, além de ser uma criança super inteligente, ele consegue nos passar tudo de forma sincera e verdadeira. Aliás, o que não falta nas crianças é a tal da sinceridade, certo?
Não vou negar que a leitura é bem pesada. É muito triste ver o sofrimento da mãe, que vive de maneira tão precária e nada pode fazer sobre a situação! O leitor se diverte com os devaneios inocentes de Jack ao mesmo tempo em que sofre silenciosamente por saber até que ponto a crueldade humana pode chegar.
Emma Donoghue, como boa autora que é, se compromete a retratar de forma leal a situação de seus personagens não deixando de mostrar os danos físicos e psicológicos que são gerados como consequência daquele modo de vida.
Apesar de não ser um livro tão pequeno, a leitura é bastante rápida. É aquele tipo de livro que você começa a ler e, se estiver com tempo, consegue terminá-lo no mesmo dia, sem nem se dar conta do tempo passando. Achei interessante que não há divisão de capítulos ao longo de todo o livro, e ainda sim as páginas conseguem fluir de modo surpreendente.

Para Jack, um esperto menino de 5 anos, o quarto é o único mundo que conhece. É onde ele nasceu e cresceu, e onde vive com sua mãe, enquanto eles aprendem, leem, comem, dormem e brincam. À noite, sua mãe o fecha em segurança no guarda-roupa, onde ele deve estar dormindo quando o velho Nick vem visitá-la. O quarto é a casa de Jack, mas, para sua mãe, é a prisão onde o velho Nick a mantém há sete anos. Com determinação, criatividade e um imenso amor maternal, a mãe criou ali uma vida para Jack. Mas ela sabe que isso não é suficiente, para nenhum dos dois. Então, ela elabora um ousado plano de fuga, que conta com a bravura de seu filho e com uma boa dose de sorte. O que ela não percebe, porém, é como está despreparada para fazer o plano funcionar.
A boa notícia é que o livro termina com um final feliz. Não vou entrar em detalhes, só quis mesmo deixar isso bem claro porque sei que algumas pessoas deixariam a ideia de ler o livro de lado por não gostarem de finais dramáticos.
Recomendo esse livro para todos os tipos de leitores, é impossível não gostar!
Abraços,
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